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INCOERÊNCIAS

por @CSFC

Quando o poder constituído, seja Municipal, Estadual ou Federal, toma decisões de Controle Social que atingem de forma radical toda a população, as incoerências são inevitáveis.

Apenas a título de exemplo, observem e pasmem que determinados tiranetes que se valem de uma pandemia política obrigam a apresentação do famigerado Passaporte Sanitário, mas nem se vacinam, muito menos vacinam seus filhos.

É incontestável que as vacinas são experimentais, pois nem os laboratórios que as fabricaram escondem esse fato. Todavia a imprensa quando consorciada aos princípios da militância, omite essa realidade e continua em seu propósito de promover o terror, o medo, a desinformação e a dúvida. Isso além de ser um ato irresponsável e criminoso terá consequências desastrosas que nem sabemos a quem responsabilizar, em futuro próximo. Mesmo porque não temos a mínima confiança nas atitudes da nossa mais alta corte judiciária.

Os togados guardiões da Lei estão muito mais preocupados em beneficiar seus pares, marginais, traficantes e políticos corrutos como se fosse isso o ato mais comum do mundo. Se analisarmos tudo isso, desvinculado paixões e interesses políticos, chegaremos a um denominador comum que justifica acreditar, por número, gênero e grau que a Justiça Brasileira se tornou uma vergonha nacional. Uma camarilha de indivíduos irresponsáveis cujos propósitos, ações e decisões não condizem com a importância do Superior Tribunal Federal, enquanto instituição protetora de nossas leis.

O desastre causado pela velha imprensa consorciada, somado a corrupção política e a falência completa do mais alto patamar de nossa nação é caótico, deplorável e inaceitável.

Trinta e um de março, o povo voltará às ruas. Mostrando um Brasil que a mídia corrupta tenta diariamente omitir e descaracterizar. Todavia a motivação desses patriotas brasileiros oriundos de um sete de setembro histórico, estão muito mais organizados e contam com o apoio dos que até então estavam acovardados e inseguros, mas agora sentiram a necessidade de dar as mãos e restabelecer os conceitos religiosos, familiares e patrióticos que estavam adormecidos.

Guto de Paula

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