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MANOBRAS DO PODER

Indiscutivelmente o “Vale Tudo” se estabeleceu. Caso não fosse sinistro não deixa de ser também hilário. Dignos de pessoas que de fato acreditam que a memória dos brasileiros é irremediavelmente curta.

Porém, em análise nem muito profunda há de se considerar que não se trata propriamente de falta de memória, mas sim de ausência de caráter. Os que antes se declaravam publicamente como inimigos ferrenhos, hoje estão unidos descaradamente.

E não imaginem que mesmo assim não deixarão de receber seus votos de apoio.
A estupidez coletiva parece ser uma síndrome hipnótica cujo objetivo é de anestesiar a lógica e o bom senso.

Observem que o “figurão” do Ceará, que combatia a seca do Nordeste com carros pipa é sem dúvida o artífice da confusão. Como um “galo campina”, muda de cor, em todo momento. Com ele estão atreladas as mais proeminentes personalidades criminosas do país. Num esforço pra lá de ridículo. Quais gatos e ratos unidos no propósito insano de destruir o Brasil. Derrubar o que se tornou legítimo em nome da mais podre das ideologias.

Terão seguidores, receberão apoio popular dos desmemoriados eleitores que perderam o bom senso e que são favoráveis a uma mudança radical do sistema. Quanto “pior será melhor”.
Enfim, tudo está previsto num sistema democrático que propõe liberdades que nem sempre se tornam salutares. Os que hoje se unem sem qualquer constrangimento também foram eleitos pelo voto popular. Estabeleceram um poder que também emanou do povo. Essa cumplicidade não pode ser negada.

Essa manobra de proporções e consequências inusitadas que fazem da política brasileira um objeto de estudo revelam a evidencia do quanto na maioria das vezes fomos inocentes e despreparados para escolher nossos representantes.

Guto de Paula

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