Ao acompanhar o momento da assinatura da Ordem de Serviço que deu inicio a obra de integração rodoviária entre Catolândia e Barreiras a Central São Francisco de Comunicação, procurou do Governador da Bahia os detalhes referentes à construção do que consideramos, como a Estrada da Integração. Devido ser uma obra reivindicada por prefeitos de Catolândia, por inúmeros anos seguidos, só agora foi possível sua execução. Ruy Costa relata detalhes dessa obra e o provável tempo em que a empresa contratada terá a disponibilidade necessária para concluí-la. Vamos então a entrevista:
ESTRADA DA INTEGRAÇÃO
Em recente entrevista com Pimentel, o ex-prefeito de Catolândia à Central de São Francisco de Comunicação, procurou do mesmo, resgatar um pouco da historia dessa antiga reivindicação que agora está em curso A ligação de Catolândia a Barreiras esteve na pauta de prefeitos desse município, por muitos anos. Só na gestão de Pimentel, por dois mandatos seguidos, ela se estabeleceu como primeira prioridade. Quis o destino que só em 2022, essa obra foi então autorizada e entrou em execução. Segundo Pimentel, ao reconhecer que legisladores importantes da Região Oeste muito de empenharam, aproveitou o momento para agradecer esse empenho. Vamos então à entrevista:
A REDENÇÃO DO PRIMO POBRE
Embora as narrativas procurem desmentir ou omitir fatos incontestáveis, o Brasil, pós a pandemia revelou-se como referência mundial. Conseguiu a despeito de políticas contrárias, estabelecer critérios de ação eficientes no combate a mais preocupante das epidemias do mundo contemporâneo. Citando apenas a questão dos altos preços dos combustíveis, nosso país está conseguindo oferecer valores muito inferiores aos praticados em país considerados de primeiro mundo. Os controles sociais estabelecidos em amplo aspecto à imensa maioria de países do planeta gerou um colapso em suas economias. Não que o Brasil, mesmo com resistente aversão ao governo, não tenha sofrido enormes consequências, devido a essas medidas como equivocadas proteções sanitárias. Muito pelo contrário, pois a decisão de dar pleno poder a governadores e prefeitos, no combate à pandemia, por parte de membros do Supremo, causou o verdadeiro genocídio que a esquerda nega com veemência. Esquecem convenientemente da questão dos respiradores pagos à vista pelo consorcio aparelhado de governadores, que jamais chegou ao seu destino. E mesmo com o estabelecimento de uma CPI, esses desmandos foram blindados. O fato é que o gigante acordou e está em ação. Seja como um país emergente ou até considerado como subdesenvolvido, mas reagindo com competência que visivelmente não tem acontecido com a mesma desenvoltura nos países de primeiro mundo. O desabastecimento, falências de empresas, índice assustador de desemprego e a preocupante questão energética que assola países europeus em tempo de guerra, segue na contra mão de um país cuja pujança de seu agronegócio esta contribuindo para alimentar boa parte do planeta. Os que por motivos óbvios de militância politica não percebem isso serão ridicularizados em futuro próximo e até responsabilizados judicialmente por promoverem a ideia de que o pior precisa se estabelecer. Guto de PaulaRedator da Central São Francisco de Comunicação