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INCERTEZAS DA CAMPANHA

por @CSFC

Sou do tempo das DKV Vemag, dos Renaut Gordine, dos Jeep Willys e das campanhas presidências onde eram os aviões monoplanos que despejavam panfletos nas cidades, para informar as propostas dos candidatos.

Nessa época, certo general adotou um símbolo na forma de espada e um civil preferiu uma vassoura. O da espada foi derrotado e da vassoura tornou-se vitorioso. Logo mais desistiu de varrer e sumiu do cenário nacional. O comunismo então aproveitou a oportunidade para estender suas garras.

O que hoje denominam de “golpe” de fato aconteceu. Um golpe militar que varreu temporariamente a sanha dos comunistas pelo poder. Eles fizeram guerrilhas, deram problemas no Araguaia, assaltaram bancos, sequestraram estrangeiros, mataram militares e foram considerados mártires revolucionários com direito a pensão vitalícia de altos valores. Esse é o Brasil solidário.

Mais tarde, esses lobos travestidos de cordeiros ocuparam democraticamente o poder. E com o poder na mão, fizeram alianças com grandes empreiteiras e assaltaram por quase vinte anos os cofres da nação. Agora, depois de uma fragorosa derrota que acabou com o sonho de poder absoluto, eles querem retornar ao mais alto patamar político da nação.

Então vale tudo. Vale esquecer e perdoar roubos e falcatruas, fingir que pessoas não morreram em corredores de hospitais por fata de assistência. Consequência imediata do fato desses senhores optarem por construção de estádios de futebol em vez de hospitais. Vale até formar um consorcio de pilantras, comprar e pagar por respiradores que custaram milhões de reais, que jamais foram entregues.

Vale organizar e tentar dar sentido a mais estupida, ridícula e sinistra CPI/ Circo que envergonhou o Brasil internacionalmente e ainda promover o retorno do mais corrupto ladrão que enganou o país.

E você que pretende apoiar essa proposta faça uma breve reflexão e lembre-se do que seus pais te alertaram em sua infância: “ladrão é ladrão se roubar um centavo ou um milhão”. Ser cumplice de ladrão é o mesmo que roubar.

Guto de Paula

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