segunda-feira , 22 outubro 2018
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ONG Preservar é Vida esteve no encontro sobre Macrozoneamento Ecológico-Econômico da Bacia Hidrográfica do São Francisco

Representante da ONG Preservar é vida juntamento com o secretário de meio ambiente e turismo de Barreiras Demosthenes Jr., representante da AIBA, Comitês das Bacias Hidrográficas, IBGE entre outras entidades participaram  na quinta-feira, 05, no Hotel Solar das Mangueiras do diálogo com a sociedade civil e instituições sobre a Etapa de Prognóstico e Subsídios à Implementação do Macrozoneamento Ecológico-Econômico da Bacia Hidrográfica do São Francisco – BHSF, promovido pelo Ministério do Meio Ambiente – MMA. Além de Barreiras, a programação também será realizada em mais três cidades estratégicas da bacia hidrográfica: Belo Horizonte, Petrolina e Maceió.

“O intuito do Zoneamento Ecológico-Econômico – ZEE é valorizar as particularidades ambientais, sociais, econômicas e culturais, além das vulnerabilidades e potencialidades existentes no território estabelecendo, a partir daí, alternativas de uso e gestão que oportunizam as vantagens competitivas do território, qualificando a atuação do poder público e do setor privado, gerando maior segurança e eficiência às ações e investimentos feitos”, disse o secretário de meio ambiente e turismo de Barreiras Demosthenes Jr.

De acordo com coordenador-geral de gestão ambiental territorial e urbano do MMA, Salomar Mafaldo, essa fase de discussão servirá para definição de zonas e diretrizes a serem estabelecidas para o desenvolvimento da bacia. “Essa etapa se materializa na definição de zonas e diretrizes de ação a serem adotadas, visando garantir o uso sustentável nos recursos naturais a médio e longo prazo para a Bacia Hidrográfica do São Francisco”, explica o coordenador.

A elaboração do ZEE é realizada em quatro etapas com ações pré-definidas. Na etapa de Planejamento, pretende-se estruturar as instâncias de gestão e definir os temas e questões estruturantes. A segunda etapa é o Diagnóstico, que contempla a análise integrada da situação atual do território, suas vulnerabilidades e potencialidades. A próxima etapa é o Prognóstico que prevê a construção de cenários prospectivos e a definição de diretrizes de gestão. Por fim, a etapa de Implementação define os planos de ação, os indicadores de monitoramento e avaliação e as estratégias de comunicação e capacitação.

 

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