segunda-feira , 19 agosto 2019
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Diplomatas brasileiros conhecem a cadeia do Algodão

A cadeia produtiva do algodão brasileiro esteve representada pela Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) em uma mesa redonda promovida pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), realizada na sede da entidade, em Brasília. O evento “Diplomatas no campo”, na segunda edição, teve como objetivo apresentar os temas mais relevantes do agronegócio brasileiro a um grupo de 29 novos diplomatas recém formados pelo Instituto Rio Branco/ Itamaraty. Além do algodão, soja, lácteos, carnes, e o setor de insumos e serviços, foram foco das explanações e debates, defendidos pelas suas associações de classe, respectivamente, Aprosoja, Viva Lácteos, Abiec e Abag.

Marcio Portocarrero explica que as questões relativas à sustentabilidade, à qualidade e à rastreabilidade do algodão brasileiro foram as mais trabalhadas nos vinte minutos de explanação que couberam à Abrapa. Para cada um desses tópicos, a entidade apresentou os programas e estratégias que desenvolve, como o Programa Algodão Brasileiro Responsável (ABR), o Sistema Abrapa de Identificação (SAI), o Sistema Nacional de Dados do Algodão (Sinda), o Programa Standard Brasil HVI (SBRHVI), assim como o Centro Brasileiro de Referência em Análise de Algodão (CBRA).

Oportunidades como essas são muito importantes. Estes jovens atuarão na diplomacia tratando de um dos mais estratégicos pilares da economia brasileira, que é o agronegócio. Atualmente, 60% do algodão nacional vai para o mercado externo, e, com ele, todo um trabalho de qualidade, imagem e credibilidade que começa já na fazenda e se estende por toda a cadeia produtiva, afirmou o executivo da Abrapa.

 Missões

Segundo Portocarrero, a rastreabilidade total e a certificação socioambiental da fibra foram os dois temas que mais geraram interesse nos diplomatas. Ter hoje 100% da produção brasileira de algodão, que é exportada, rastreada e 81% certificada é um feito que a Abrapa conquistou e que gera muito valor para o produto, disse. Na oportunidade, Portocarrero também falou sobre as missões internacionais promovidas pela Abrapa que trazem os compradores para conhecer in loco, no Brasil, o processo produtivo do algodão, e  que também levam produtores brasileiros até os países de destino da fibra exportada, para contato direto com as indústrias têxteis, respectivamente, Missão Compradores e Missão Vendedores, realizadas anualmente pela entidade. Ele ressaltou que o apoio do corpo diplomático que atua nas embaixadas nesses países é um diferencial para o sucesso dos eventos.

Imprensa Abrapa

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